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Desvendando a névoa: Entenda as distinções entre demência e Alzheimer

Dayse Ketren Souza

Dayse Ketren Souza

Dayse Ketren Souza aponta as diferenças entre demência e Alzheimer, duas condições neurológicas que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. Embora muitos usem esses termos de forma intercambiável, é importante entender as distinções entre eles, além de considerar os fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolvimento dessas doenças. Neste artigo, vamos explorar as principais características de ambas as condições e os fatores que contribuem para o seu aparecimento.

Quais são as principais diferenças entre demência e Alzheimer?

Segundo a doutora Dayse Ketren Souza, a demência é um termo amplo que engloba um grupo de sintomas relacionados ao declínio cognitivo. Pode ser causada por diversas condições, como doenças vasculares ou lesões cerebrais, e seus sintomas podem variar de acordo com a causa subjacente. Por outro lado, o Alzheimer é uma doença específica que resulta em uma degeneração progressiva das células cerebrais, causando um declínio acentuado na memória e na capacidade de raciocínio.

A principal diferença entre a demência e o Alzheimer é que a demência é um termo genérico para vários tipos de distúrbios cognitivos, enquanto o Alzheimer é uma forma específica de demência. Conforme a médica, o Alzheimer é caracterizado por uma degeneração cerebral causada pelo acúmulo de placas de proteína amiloide, o que afeta a comunicação entre os neurônios. Portanto, embora ambos resultem em sintomas semelhantes, o Alzheimer tem uma causa biológica mais definida.

O Alzheimer pode ser prevenido ou retardado?

Infelizmente, ainda não existe cura para o Alzheimer, mas há diversas pesquisas que apontam para maneiras de retardar sua progressão e até mesmo preveni-la em alguns casos. Fatores como a prática regular de exercícios físicos, uma alimentação balanceada e a estimulação mental são fundamentais para a manutenção da saúde cerebral. Estudos sugerem que pessoas que mantêm o cérebro ativo por meio de atividades como leitura, quebra-cabeças e aprendizado contínuo têm menores chances de desenvolver Alzheimer.

Dayse Ketren Souza

Além disso, controlar condições de saúde como diabetes, hipertensão e colesterol elevado pode ajudar a diminuir os riscos. Dayse Ketren Souza destaca que a conscientização sobre o impacto de hábitos saudáveis, como a prática de exercícios e a manutenção de uma dieta equilibrada, tem se mostrado eficaz na prevenção de muitas formas de demência, incluindo o Alzheimer. A chave está na adoção de um estilo de vida saudável ao longo da vida, principalmente a partir da meia-idade.

Quais fatores aumentam o risco de demência e Alzheimer?

Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolver demência e Alzheimer. Segundo ressalta Dayse Ketren Souza, a idade avançada é o principal fator de risco, com a probabilidade de desenvolvimento dessas condições aumentando após os 65 anos. Além disso, a genética desempenha um papel importante. Se alguém tem um histórico familiar de Alzheimer, o risco de desenvolver a doença é significativamente maior. Contudo, é importante notar que a genética não é o único determinante.

Outros fatores incluem doenças cardíacas, diabetes e sedentarismo. Pessoas que não praticam atividades físicas regulares têm um risco maior de desenvolver problemas cognitivos ao longo do tempo. A médica explica que a depressão também pode ser um fator de risco, e até mesmo o isolamento social tem sido associado a um aumento da chance de declínio cognitivo. A combinação de fatores genéticos e ambientais é o que determina a probabilidade de uma pessoa desenvolver demência ou Alzheimer.

Dayse Ketren Souza ressalta que compreender as diferenças entre demência e Alzheimer é fundamental para um diagnóstico precoce e para o manejo adequado dessas condições. Embora o Alzheimer não tenha cura, a detecção precoce pode ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e retardar a progressão da doença. A prevenção é uma combinação de hábitos saudáveis, monitoramento de condições de saúde e a conscientização sobre os riscos envolvidos. Manter a mente ativa e o corpo saudável são passos importantes para preservar a saúde cognitiva à medida que envelhecemos.

Autor: Geller Semynora

Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital

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